Fichamento: Praça Afonso Arinos

Dividida por cruzamentos de ruas e avenidas, a praça Afonso Arinos  apresenta infinitas dinâmicas e contextos em  seus quarteirões. O que me chama a atenção nela é o entrelaçamento de épocas, sua junção do velho com o novo, presente: monumentos históricos, prédios, museus, hotel, teatro, restaurante, banca de jornal, feira as sextas-feiras, estacionamento, lava carro, bandejão, faculdade, banco, etc. Com isso é possível perceber a Praça de diferentes modos e diferentes perspectivas visuais por quem passa, ou permanece nela. Por meio de registros fotográficas, tentarei fazer uma cartografia flutuante sobre tal espaço público, tendo, é claro a Deriva como minha técnica de passagem e registro. A minha ideia é tentar mapear e consolidar a minha noção psicogeográfico do local, bem como compreender o cotidiano da praça e como as pessoas se relacionam com o ambiente. Minha referência bibliográfica é: Teoria da Deriva (DEBORD,G.), A Invenção do Cotidiano (CERTEAU,M.), Dispositivos de memória e narrativas do espaço urbano: cartografias flutuantes no tempo e no espaço.(SILVA, R.H.)

 

por: Manuel Marçal

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